O SEMINÁRIO

Aconteceu nos dias 26(3a) e 27(4a) de agosto, no hotel Copacabana Palace(RJ) o terceiro Seminário de Comportamento e Consumo, organizado pelo SENAI/CETIQT sobre o qual havia comentado aqui a um tempo atrás. Na terça-feira as palestras giraram em torno do tema Estética e Comunicação: a globalização avançada e o papel do Brasil neste cenário.

O dia começou com Francesco Morace, Sabrina Donzelli  e Sabina Deweik do Future Concept Lab-Milão, e Aline Monçores do SENAI/CETIQT, falando sobre as principais tendências na comunicação como a troca de idéias pela internet em blogs e no my space,onde pessoas expõem suas vidas e encontram outras que compartilham dos mesmos interesses.No Rio de Janeiro a chamada Cultura de Botequim proporciona o mesmo  compartilhamento de maneira ainda mais democrática, um Socialismo Etílico! Todo mundo bebe com todo mundo. Bastam umas cervejinhas para que mesas de bar se juntem e quem está ali passa de total desconhecido a amigo de infância em cinco minutos!

Aline,Francesco e Sabrina (foto,tosca: eu)

Os designers Fernando e Humberto Campana, falaram sobre como eles acham que os produtos brasileiros são muito mais valorizados no exterior, mas que com o tempo estamos adquirindo mais interesse pela nossa cultura, e por isso,logo a realidade será outra.

Irmãos Campana                                 (foto tosca: eu)

Luís Justo, CEO da Osklen explicou a proposta de trabalhar um crossover de estilos, vendendo lifestyle. Oscar Metsavaht organiza viagens pelo mundo, pesquisa materiais que além de esteticamente interessantes não prejudiquem o meio ambiente e se unindo com marcas como H. Stern e com a UNESCO, lança produtos dos mais variados seguindo a mesma linha eco-chic que faz tanto sucesso,de Búzios a Tóquio(para os japoneses eles alteram a modelagem,diminuindo a perna das calças,acreditam!?).

Robert Forrest consultor de moda e negócios de,por exemplo, Armani e Calvin Klein, disse que existem marcas nacionais despontando no exterior, mas que as pessoas ao verem a etiqueta Isabela Capeto ou Carlos Miele, por exemplo, compram, mas não têm noção de onde aquilo vem. Quando pensam em modelos,pensam em Brasil,em jogadores de futebol, Brasil de novo.Mas associam muito mais o país á falta de roupa do que á roupa em si,não é á toa que nossa moda praia já tem fans até na Austrália!Nicole Kidman que o diga!.

Robert Forrest            (foto tosca:eu)                                                                 

E Mark Higden do FIT (Fashion Institute of Tecnology,NY)afirmou que a tecnologia da informação é a chave para agilizar os processos na moda(e na vida também!).

Na quarta-feira o Future Concept Lab ministrou um workshop em que os participantes iriam desenvolver um projeto sobre os temas apresentados nas palestras.Como sou estudante não podia participar do workshop,no próximo tentarei ir, porque já estarei formada!

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Uma resposta para O SEMINÁRIO

  1. Bel disse:

    Mari, que super bacana esse post!
    O Brasil tem fashion weeks super desenvolvidas, cheias de criatividade e roupas incríveis. O problema é: cadê reconhecimento? Mas não vai demorar muito pra verem lá fora que aqui há, sim, muito talento.
    E você faz facul de que? Dei uma fuçada no seu orkut (haha) e vi que vc já fez matéria pro Chic e trabalhou como assistente de estilo, achei demais!
    Beeijo

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